segunda-feira, 28 de julho de 2014

 

POIS É SHELL, VOCÊ PÔDE MAIS!


 

ciomara

domingo, 27 de julho de 2014

 

JÁ ESTOU NAQUELA FASE,


 
ciomara

 

 
ciomara

sábado, 26 de julho de 2014

 

Preservar flores silvestres...salvar as polinizadoras.As abelhas brasileiras também estão se extinguindo.


ciomara

quarta-feira, 23 de julho de 2014

 

POR FAVOR ASSINEM!



 https://secure.avaaz.org/po/israel_palestine_this_is_how_it_ends_rb/?copy
ciomara

sexta-feira, 18 de julho de 2014

 

TO ME PREPARANDO PARA FAZER UM DESSE


 
ciomara

quarta-feira, 16 de julho de 2014

 

Quem leva na tarraqueta????? EU!!!!

tirei essas fotos abaixo logo que chegaram os móveis, vou tirar mais.
essa é uma sapateira, cheia de bolor, mofo e etc., 
São móveis (?) MAROTTA , essa é a parte de trás do guarda roupas!
essa escrivaninha é velha, mas é de imbuia, MEU PAI CORRIGIA AS PROVAS NELA!
... agora... 
isso era uma cristaleira!!! voltou só o esqueleto e os vidros!!!!

ONTEM CHEGARAM MEUS MÓVEIS E ETC, QUE ESTAVAM NO "GUARDA MÓVEIS". "(depois digo o nome dessa "transportadora")
EU TINHA MÓVEIS ANTIGOS, EM IMBUIA, ENTALHADOS À MÃO E TINHA MÓVEIS VELHOS, NÃO TÃO ANTIGOS, MAS DE IMBUIA TAMBÉM E... O QUE RECEBI ONTEM FOI LIXO, 
SÓ LIXO!!!
OS POUCOS MÓVEIS QUE DEIXEI NA MINHA CHÁCARA, ESTÃO EM MELHOR ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO QUE OS QUE FORAM LEVADOS, "GUARDADOS", COM PAGAMENTO DE SEGURO E TUDO MAIS, POR ESSA TRANSPORTADORA!!!!
QUEM É O RESPONSÁVEL POR ISSO???
OU MAIS UMA VEZ, E COMO SEMPRE, QUEM PODE MAIS, CHORA MENOS?
DEPOIS VOLTO 
DESABAFAR MAIS UM POUCO.
É O CÚ MULO O QUE FAZEM COM A GENTE!!
TIREI FOTOS, DEPOIS POSTO.
ciomara

sábado, 12 de julho de 2014

 

PENSEI:-


... OLHANDO PARA JUSTIÇA EU MAL CONSIGO VÊ-LA DE TÃO LONGE, QUE SINTO, QUE ELA PASSOU DE MIM...

...OLHANDO PARA AS LEIS... HAHAHAHA... QUEREM QUE EU DIGA PERTO DE QUEM VEJO QUE ELAS ESTÃO???

DE JUSTIÇA EU ENTENDO E MUITO, MAS DE LEI... QUERO DISTANCIA!

SERÁ QUE NÃO EXISTEM, MESMO, LEIS QUE ...
...QUE FAÇAM JUSTIÇA??
ISSO É TRISTE, MUITO TRISTE.

LINDO JARDIM, NÉ????

ciomara

segunda-feira, 7 de julho de 2014

 

 
ciomara

domingo, 6 de julho de 2014

 

LOGO TIRO UM "SELFIE" COM MINHA JABUTICABEIRA EM FLOR E DEPOIS COM OS FRUTOS!!!

meu pé de bacupari!!!
minha nova jabuticabeira!!!!
já tá "pipocando" de botões!!!


VOU TER TUDO DE VOLTA, VIU ??
... E MAIS AINDA DO QUE EU TINHA...



 

CORJA!

 O mercado mundial de agrotóxicos é dominado por seis empresas transnacionais. Juntas, as empresas Syngenta, Bayer, Basf, Monsanto, Dow e Dupont detêm 68 ..

http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=22467:oligopolizado-mercado-de-agrotoxicos-cresce-no-brasil-quatro-vezes-acima-da-media-mundial&Itemid=73

Oligopolizado, mercado de agrotóxicos cresce no Brasil quatro vezes acima da média mundial

Debate MST reitoria 31-05-2011 (9)_270 Do portal da UFPR
Texto: Fernando César Oliveira
Foto: Rodrigo Juste Duarte
O mercado mundial de agrotóxicos é dominado por seis empresas transnacionais. Juntas, as empresas Syngenta, Bayer, Basf, Monsanto, Dow e Dupont detêm 68% de um mercado que movimenta cerca de US$ 48 bilhões por ano no mundo.
O Brasil representa hoje aproximadamente 16% do consumo de agrotóxicos no planeta. O crescimento do mercado brasileiro foi de 176% entre os anos de 2000 e 2008 —3,9 vezes acima da média mundial, que foi de 45,4% no mesmo período.
Os dados foram exibidos pelo professor Victor Pelaez, professor do Departamento de Economia da UFPR, durante o lançamento no Paraná da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, realizado na noite de terça-feira (31) no Teatro da Reitoria.
Dezenas de entidades e movimentos sociais integram a campanha. Entre os objetivos está debater a fiscalização dos agrotóxicos, a contaminação do meio ambiente e os impactos na saúde dos trabalhadores e do conjunto da população.
"As maiores empresas de agrotóxicos controlam o mercado de sementes, montam um pacote tecnológico e controlam a produção de alimentos no mundo", afirmou Pelaez. "O Brasil é hoje o maior mercado do mundo, com o maior ritmo de expansão."
Commodities como soja, algodão, milho, arroz e cana-de-açúcar estão entre as culturas que mais consomem agrotóxicos. "Quanto mais se produz, mais se consome [agrotóxicos]", explicou Pelaez.
O evento foi organizado pela Via Campesina, Coordenação dos Movimentos Sociais, Terra de Direitos e Coletivo Maio. Centenas de trabalhadores rurais sem-terra lotaram o Teatro da Reitoria da UFPR.
Ações da Anvisa
O professor da UFPR também abordou o processo de fiscalização do setor no Brasil. Segundo ele, enquanto a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem apenas 77 funcionários que atuam na regulação de agrotóxicos, o órgão similar dos EUA, por exemplo, possui 150. As taxas cobradas pelo governo brasileiro também são muito mais baixas do que as do órgão norte-americano.
"É uma pressão muito grande em cima dos órgãos fiscalizadores para aprovar novos registros de agrotóxicos, sob a alegação de que não aprovar seria agir contra a agricultura nacional", diz Victor Pelaez.
Gerente de Normatização e Avaliação da Anvisa, Letícia Rodrigues da Silva fez um histórico do processo de legislação sobre agrotóxicos no Brasil. Ela classifica a lei federal 7.802, conhecida Lei dos Agrotóxicos, como "ainda hoje bastante avançada".
Letícia relatou que um dos problemas enfrentados pela agência são projetos que periodicamente são apresentados no Congresso Nacional para retirar ou diminuir parte das atribuições do órgão.
Em 2008, a Anvisa colocou 14 ingredientes ativos de agrotóxicos em reavaliação, alguns deles já proibidos em outros países. Desses 14, apenas seis tiveram o processo de reavaliação concluído.
"As empresas acionam políticos e ingressam com ações judiciais até para tentar proibir a publicação de nossas notas técnicas", informa a gerente da Anvisa. "É muito lento o processo entre a colocação de um produto no mercado, a percepção de danos à saúde e ao meio ambiente e a sua retirada do mercado."
Letícia Silva citou o exemplo dos organoclorados. Surgidos em 1939, apenas em 1962 uma pesquisadora norte-americana apontaria os danos provocados por eles. Dez anos depois, em 1972, foram proibidos nos EUA. No Brasil, a mesma medida seria tomada apenas em 1985.
Em 2010, a Anvisa aplicou uma multa de R$ 2,4 milhões na empresa Milênia, filial de uma multinacional israelense, que alterou ilegalmente a composição de seus agrotóxicos. "Os produtos que a empresa fabricava eram diferentes do registrado, com uma toxidade muito maior do que ela havia informado à Anvisa", explica a gerente.
A Anvisa promove ainda outras ações de fiscalização, como o monitoramento de resíduos de agrotóxicos em produtos disponibilizados ao consumidor. Algumas das mais de mil amostras de alimentos coletadas em 2009 revelaram percentuais de contaminação com agrotóxicos não autorizados superiores a 80%.
Exemplos de contaminação
Um estudo recente elaborado pela UFMT no município de Lucas do Rio Verde apontou a presença de agrotóxicos na água de chuva, em amostras de ar coletadas dentro de escolas e também no leite materno.
Há algumas semanas, pesquisadores de Ribeirão Preto também constataram resíduos de agrotóxicos na água do Aquífero Guarani. "E não há regulação que impeça a utilização de venenos em áreas de recarga, onde o aquífero está mais próximo da superfície", critica Letícia.
A gerente da Anvisa defendeu ainda uma maior mobilização social contra o uso de agrotóxicos. "Precisamos de controle social, a população deve dizer que não quer o leite materno, os alimentos e a água contaminados", defendeu Letícia. "É direito de vocês produzir e consumir sem agrotóxicos, para garantir uma qualidade de vida."
Procurador de Justiça e coordenador do Centro de Apoio das Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente, Saint-Clair dos Santos apontou que a situação de Lucas do Rio Verde se repete em outros municípios do País. "Lucas do Rio Verde é igual a qualquer cidade do Paraná, também vamos encontrar nelas os mesmos índices se formos fazer essa avaliação."
Saint-Clair, que também coordena o Fórum Estadual de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, citou os casos de contaminação de produtores de fumo em cidades do interior do Paraná, entre elas São João do Triunfo.
"A cidade como Curitiba é consumidora e não sabe o que acontece. Precisamos motivar a sociedade, divulgando os dados que mostram que as pessoas estão consumindo produtos contaminados. Do contrário, a realidade vai continuar sendo a mesma."
O procurador de Justiça também defendeu um maior financiamento para que laboratórios da UFPR, como, por exemplo, os das áreas de alimentos e de solos, possam contribuir com ações de fiscalização de agrotóxicos. "Esses laboratórios precisam estar a serviço da sociedade, e não das empresas."
Ao final do debate, as pessoas presentes manifestaram a defesa da agricultura agroecológica, sem o uso de agrotóxicos nem de sementes transgênicas. "Precisamos de áreas contínuas, livres de agrotóxicos, para garantir a produção sem transgênicos", defendeu o pastor Werner Fuchs.
"Essa mobilização é fundamental para mostrar que as soluções das transnacionais são falsas, servem ao lucro e não a sociedade", avaliou o advogado Darci Frigo, da ONG Terra de Direitos.
O promotor Saint-Clair, o professor Victor Pelaez e Letícia Silva, da Anvisa
ciomara

 

TUDO PARA FAVORECER O CRIME!!


 

Enc: Intoxicação e morte por agrotóxicos no Brasil: a nova versão do capitalismo oligopolizado.

MENSAGEM TEM 3 ARQUIVOS EM PDF QUEM QUISER É SÓ PEDIR.

MEU E-MAIL

ciomararodrigues@yahoo.com.br
ciomara

----- Mensagem encaminhada -----

Para: 
Enviadas: Domingo, 20 de Maio de 2012 20:22
Assunto: Intoxicação e morte por agrotóxicos no Brasil: a nova versão do capitalismo oligopolizado.

Intoxicação e morte por agrotóxicos no Brasil: a nova versão do capitalismo oligopolizado.
Larissa Mies Bombardi
Departamento de Geografia – USP
Professora do Programa de Pós Graduação em Geografia Humana USP
larissab@usp.br

" Entretanto, deve-se fazer novamente a ressalva, de que mesmo com relação aos dados do SINITOX, há uma expressiva subnotificação, de acordo com Bochner (2007, p. 83):

' É importante ressaltar que a totalidade dos casos registrados no país em um dado período pelo SINITOX é diferente da totalidade dos casos ocorridos no país neste mesmo período, porque, além do número de centros [Centros de Informação e Assistência Toxicológica – CIATS] ser insuficiente para cobrir toda a extensão territorial do país, a notificação dos casos a esses centros é espontânea, sendo realizada pela própria vítima ou seus familiares com o objetivo de obter informação sobre como proceder e onde buscar atendimento, bem como por profissionais de saúde que buscam informações sobre o tratamento a ser realizado.
Além disso, o envio dos dados pelos centros ao SINITOX é realizado de maneira voluntária, o que gera irregularidade em suas participações nas estatísticas divulgadas por esse sistema. Ainda com relação ao tipo de notificação que chega ao SINITOX, vale a pena ressaltar que os efeitos dos agrotóxicos sobre a saúde podem ser de dois tipos: efeitos agudos, que são aqueles mais visíveis e que aparecem durante ou após o contato da pessoa com o produto e apresentam características bem marcantes e efeitos crônicos, que podem aparecer semanas, meses, anos, ou até mesmo gerações após o período de uso/contato com o produto. Assim, não há dúvidas de que os casos de intoxicação por agrotóxicos registrados pelo SINITOX são em sua grande maioria decorrentes de exposição aguda a esses produtos. Nesse sentido, a importância dos efeitos crônicos à saúde das populações expostas aos agrotóxicos é mais um forte componente da subnotificação desse sistema, pois não é difícil inferir que o número de intoxicações crônicas por agrotóxicos é superior ao das intoxicações agudas.' 

Nota-se, portanto, que a subnotificação diz respeito à forma voluntária de como estes casos são retratados ao SINITOX e à não obrigatoriedade do registro destes casos de intoxicação junto ao Ministério da Saúde (através do SINAN) até o ano de 2010.

Além disto, como ressalta Bochner (2007),

 não há registros oficiais

 sobre os efeitos crônicos causados pelo contato com os agrotóxicos, o que sem dúvida, escamoteia a ação nefasta das empresas agroquímicas."



BOCHNER, R. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas – SINITOX e as intoxicações humanas por agrotóxicos no Brasil. Ciência e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, 12 (1): 73-89, 2007.


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ciomara

quinta-feira, 3 de julho de 2014

 

 
ciomara

quarta-feira, 2 de julho de 2014

 

Enc: Sign the petition: Stop Dow Chemical from killing Monarch butterflies

 
ciomara


Em Quarta-feira, 2 de Julho de 2014 10:01, Rep. Chellie Pingree via CREDO Mobilize <act@credoaction.com> escreveu:


The email below is from Rep. Chellie Pingree, a progressive champion representing Maine's 1st congressional district. Congresswoman Pingree started a petition on CREDO Mobilize, where activists can launch their own campaigns for progressive change. We strongly urge you to sign Rep. Pingree's petition to help save the Monarch butterfly by pressuring the EPA to deny Dow Chemical's application for a new toxic herbicide cocktail.

CREDO Mobilize
Sign my petition: Save the Monarch butterfly by rejecting Dow Chemical's new toxic cocktail

Sign the petition ►
Dear Ciomara,
The widespread use of Monsanto's Roundup herbicide has wiped out milkweed, the primary food for Monarch butterflies, in many parts of the country, which has led to the widespread collapse of the species.
And now it's about to get even worse. Dow Chemical is seeking approval from the Environmental Protection Agency for a new toxic cocktail -- glyphosate, the main ingredient in Roundup, and "2,4-D," a component of Agent Orange -- to go along with Dow's GMO corn and soybean crops.
The EPA is expected to make a decision on Dow Chemical's application soon, so we must act now to convince it to reject this dangerous new toxic cocktail. That's why I started my own campaign on CREDOMobilize.com, which allows activists to start their own petitions. My petition, which is to EPA Administrator Gina McCarthy, says the following:
Monsanto's Roundup has already contributed to the widespread collapse of Monarch butterflies, a major pollinating species. Now Dow Chemical wants to start selling an even more toxic herbicide and GMO corn combination that will be more devastating to this important species. We urge you to not to approve the use of this new herbicide.
There are numerous human health risks associated with this new herbicide that are being debated -- but the damage that glyphosate has already done to Monarch butterflies is staggering.
In 1996, an estimated 1 billion Monarch butterflies migrating to a pine valley in Mexico covered nearly 50 acres. Last year they covered the area about the size of a football field. This rapid decline in migrating Monarchs closely follows an increase in the use of GMO crops and the accompanying increase in the use of Monsanto's herbicide Roundup.
Some experts believe if Dow's new herbicide product is approved, we could see a 25-to-50 fold increase in use of this milkweed-destroying chemical. This would be simply devastating to the remaining Monarch population and to our entire ecosystem.
Thank you for your support.
Rep. Chellie Pingree
Sign the petition ►

CREDO Mobilize helps activists like you make progressive change and fight regressive policies by creating online petitions. Click here to start a petition today.
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© 2014 CREDO. All rights reserved.
To change your email or mailing address, please click here: https://act.credoaction.com/me/update/?t=15&akid=11098.6965160.8jX0RY
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