sábado, 2 de maio de 2015

 

GERMINAR SEMENTES MAIS RÁPIDO NO ALGODÃO!


sexta-feira, 1 de maio de 2015

 

Morangos em vasos 4: Como fazer novas muda/ Strawberries in pots 4: How ...


 

Morangos em vasos 7:colher sementes e germinar/Strawberries in pots 7: c...


 

Como plantar cebola apenas com um pedaço / How to plant onions with one ...


 

Plantando sementes de maçã


 

como plantar e molhar moranguinhos em tubo pvc


 

Como plantar morangos em pvc


 

Deu Horta Na Telha - Agrônomo Marcos Victorino


terça-feira, 28 de abril de 2015

 

27 DE ABRIL DE 2015!!!!

AINDA VAI FAZER UM ANO QUE ESTOU LIVRE DO PESSOAL DO HOTEL!
MAS JÁ PLANTEI UM MONTE DE COISA NA 
M I N H A  C A S A/C H Á C A R A.
MEU TOMATINHA UVA!!!
MEU PRIMEIRO ANIVERSÁRIO FORA DO CÁRCERE!!!
FORA DO CONFINAMENTO!
FORA DO INFERNO, QUE É AQUELE HOTEL!!!!
LIVRE DE DISCRIMINAÇÕES!
OPRESSÕES E CALÚNIAS! 
MEU MAMÃO FORMOSA!

MARACUJÁ, TOMATINHO, ALHO E MAMÃO!
MEU TOMATINHO, CARREGADO!!
MEU MORANGUINHO!
MEU TOMATE CARMEM
TOMATINHO UVA.
MAMÃO PAPAIA.
MINHA FLOR!
MINHA RÚCULA
MINHA FLOR...sei lá o nome!
MINHA FLOR...sei lá o nome!!!
MINHA ORQUÍDEA PINGO DE OURO.

DESDE QUE SAÍ DO HOTEL AINDA NÃO CONSEGUI RECUPERAR MINHA SAÚDE, TANTO EMOCIONAL COMO 
FÍSICA.
...MAS PREFIRO NÃO ENTRAR EM DETALHES POR ENQUANTO.
MAS ESTOU FELIZ POR PODER PLANTAR!!!
NUNCA FUI UMA AGRICULTORA, MAS DOU MEUS TAPAS!


segunda-feira, 27 de abril de 2015

 

Procurador do Trabalho revela a Farsa do PL 4330 que Agride e Vilipendia...



sexta-feira, 24 de abril de 2015

 

The Video Shell Oil Desperately Doesn't Want You to See


 

Nigerians about SHELL Crimes ( "Tell the World" the TRUTH )


quarta-feira, 22 de abril de 2015

 

ciomara guarani kaiowá Rodrigues enviou um vídeo para você: "ESTAQUIA DE JABOTICABA"

ciomara guarani kaiowá Rodrigues compartilhou um vídeo com você no YouTube
O PORTUGUES É OTIMO!!!! MAS A FRUTA COMPENSA! KKKKK
ESTAQUIA DE JABOTICABA
ESTAQUIA OU ENRAIZÁ O GALHO
©2015 YouTube, LLC 901 Cherry Ave, San Bruno, CA 94066

 

ciomara guarani kaiowá Rodrigues enviou um vídeo para você: "Estaquia de Jabuticaba"

ciomara guarani kaiowá Rodrigues compartilhou um vídeo com você no YouTube
Estaquia de Jabuticaba
Estaquia de Jabuticaba,bonsai de jaboticaba,jaboticaba em galho,estaquia passo a passo,estaquia de frutifera,estaquia de jabuticabeira,estaquia por galho de jabotica
©2015 YouTube, LLC 901 Cherry Ave, San Bruno, CA 94066

segunda-feira, 20 de abril de 2015

 

LIONISESAR - REGIÃO DO QUEIJO DA CANASTRA





BAITA SAUDADES DE TIRAR LEITE!
ABRAÇAR MINHAS VACAS!
DAR BANHO NELAS!
ESCOVÁ-LAS!
CHAMÁ-LAS PELO NOME!
RECEBER CARINHO DELAS!
BEBER O LEITE PURO, FRESCO E LIMPO!
COMER MEUS QUEIJOS!!!
O ÚNICO QUEIJO QUE EU NUNCA FIZ FOI O PARMESÃO!
O RESTO... EU TIRAVA DE LETRA!
SHELL FILHA DA PUTA!!!
ELA DIZ QUE QUEM NOS TIROU DO BAIRRO FOI A PREFEITURA COM UM DECRETO DE INTERDIÇÃO E DEPOIS COM A REMOÇÃO.
ISSO É VERDADE, INCLUSIVE A PREFEITURA E OUTROS DA CORRIOLA, VIRAM NO "EVENTO" UMA OPORTUNIDADE DE "GANHAR" DINHEIRO E MUUUUITOS GANHARAM, 
MAS
SE A SHELL NÃO TIVESSE DADO A BRECHA CONTAMINANDO E ENVENENANDO TUDO OS BANDIDOS, ACHARCADORES NÃO TERIAM COMO SE INFILTRAR E DESTRUÍDO MINHA VIDA E TUDO QUE ERA MEU.
SHELL FILHA DA PUTA!
FOI ELA QUE DEU O PRIMEIRO PASSO.



sábado, 18 de abril de 2015

 

La nueva industria de produccion de tomates en invernadero


OLHA QUE LINDO!!!!!


quinta-feira, 16 de abril de 2015

 

NÃO DEVERIA TER HAVIDO NEGLIGENCIA ANTES E NÃO DEPOIS!!! PRIMEIRO BATE DEPOIS ASSOPRA????

COMO EX-PROPRIETÁRIA E EX MORADORA,
QUESTIONO:-

 E AS SEQUELAS EMOCIONAIS E PSICOLÓGICAS?
E O SENTIMENTO DE DOR E PERDA DAS RAÍZES???
AS CICATRIZES SÃO PROFUNDAS,
 E,
EM MIM,
ESTÃO SANGRANDO ATÉ HOJE!
POR ISSO MALDIGO A SHELL E COMPARSAS

Ex-funcionários celebram indenização no Caso Shell

iG Paulista - 11/04/2015 - 05h00 | 
Rogério Verzignasse | rogerio@rac.com.br
Antonio Marcos Rasteiro,  da Associação dos Trabalhadores Expostos a Substância Química
Foto: Carlos de Souza Ramos/AAN
Rasteiro: 'Mobilizados desde a interdição da fábrica, os operários alcançam uma conquista histórica'
A notícia de que o Ministério Público do Trabalho (MPT) definiu o pagamento de R$ 96 milhões relativos a acordos do Caso Shell a cinco instituições de pesquisa foi festejado pelas lideranças de uma associação que agrega os antigos funcionários das plantas industriais responsáveis, no passado, pela contaminação de 480 hectares do bairro rural do Recanto dos Pássaros, em Paulínia. A liberação dessa verba, uma das partes do acordo, começou a ser feita nesta quinta-feira (9).
O grupo, que hoje funciona em um imóvel cedido pelo Sindicato Unificado dos Químicos, na Avenida Barão de Itapura, em Campinas, considerou uma vitória, além dos repasses para pesquisa, a indenização de R$ 194 milhões pagas a mais de mil pessoas, que ainda vão contar com assistência médica vitalícia. Mas um pequeno grupo de trabalhadores — uma dezena de ex-funcionários — mantém na Justiça ações individuais e reivindicam mais recursos.
Acordo coletivo
O acordo coletivo já fechado beneficia 439 trabalhadores que comprovadamente tiveram a saúde afetada, e seus filhos. Quem ainda move ações reivindica que os cônjuges também sejam beneficiados. Além disso, os processos individuais envolvem trabalhadores que permaneceram muito tempo em contato com poluentes, e por isso teriam desenvolvido mais doenças laborais.
Caso, por exemplo, de Antônio Marcos Rasteiro, de 67 anos, líder de produção na planta industrial da Shell entre os anos de 1977 e 1988. Ele foi uma das lideranças trabalhistas pioneiras de 2002, quando o sindicato protocolou os primeiros processos indenizatórios na Justiça do Trabalho. E ele só espera pelo pagamento da indenização definida em ação, que já passou por todas as instâncias.
 
 
"Nunca na história do Brasil um crime ambiental teve punição tão exemplar", afirma Rasteiro, que hoje preside a Associação dos Trabalhadores Expostos a Substâncias Químicas (Atesq). "Muita gente acreditava que o poder financeiro calaria os trabalhadores. Mobilizados desde a interdição da fábrica, os operários alcançam uma conquista histórica."
Duas décadas
No próximo dia 28 de abril, fala, data em que os sindicatos brasileiros vão comemorar as ações preventivas contra acidentes de trabalho, os ex-funcionários da Shell estarão reunidos em Campinas e também vão celebrar o encerramento da saga que se arrastou por duas décadas. "A associação nasceu para manter os ex-funcionários da Shell mobilizados, e fiscalizar o cumprimento dos acordos", disse Ricardo Luiz Mendes Gonçalves, diretor colegiado da Atesq.

A Shell — que ainda em 1994, protocolou uma autodenúncia no Ministério Público admitindo a contaminação do lençol freático — voltou a adquirir a gleba que havia sido vendida para a Cyanamid Química em 1994, e revendida à Basf em 2000. A empresa — que hoje integra a joint venture Raízen Combustíveis — também se dispôs a comprar as 60 chácaras de recreio que existiam nas proximidades da antiga fábrica.
Família continua em hotel
Atualmente, uma única ex-moradora do Recanto dos Pássaros permanece morando com a família em um hotel de Paulínia à espera de um acordo definitivo para a venda de seu imóvel. Ninguém mais está morando nas antigas chácaras. O matagal esconde os portões. As casas estão esquecidas, com janelas e portas despencando. Ninguém mais circula pela Avenida Roberto Simonsen, estrada de terra de pouco menos de dois quilômetros, paralela ao Rio Atibaia, que segue para as antigas chácaras da antiga fábrica.
A própria Prefeitura de Paulínia impede a circulação de veículos no trecho, que passa atualmente por um processo ininterrupto de descontaminação do lençol freático. A água captada do subsolo passa por uma estação de tratamento, e só depois é lançada no rio. Desde 2004, uma barreira hidráulica instalada nas margens do rio impede que a água do lençol contamine o Atibaia. A Shell pagou por todas as intervenções já executadas, e ainda hoje mantém a estação de tratamento.
A empresa também banca uma equipe terceirizada de segurança, que mantém curiosos afastados da Roberto Simonsen. Da antiga planta industrial, só resta o piso de cimento, que impede a solo exale gases tóxicos. 
Boldrini
O Centro Infantil Boldrini, de Campinas, é uma das cinco instituições beneficiadas com as verbas da indenização coletiva. O hospital vai receber R$ 19,36 milhões, que serão usados na construção de um centro de pesquisa e no desenvolvimento de estudo que vão mapear fatores de risco de desenvolvimento do câncer infantil. O Hospital do Câncer de Barretos, beneficiado com R$ 69,9 milhões, planeja instalar em Campinas um novo hospital para exames e tratamento do câncer. A diretoria negocia coma Prefeitura a doação de uma área para a construção.
Se não tiver um local, o hospital pretende antecipar a prestação dos serviços por meio de parceria com unidade de saúde já existente.

Empresa ressalta ajuda e nega negligência

Em nota, a Shell reforçou "que a existência de contaminação ambiental não implica, necessariamente, em exposição e prejuízo à saúde de pessoas". "O próprio acordo, firmado em abril de 2013, no âmbito da Ação Civil Pública Trabalhista, não reconheceu qualquer negligência por parte da Shell e da Basf com relação à saúde dos funcionários da antiga fábrica de produtos químicos na cidade de Paulínia", se manifestou, em nota.Segundo a empresa, "a cláusula 17ª prevê expressamente que "a celebração do acordo não importa o reconhecimento pelas reclamadas de responsabilidade pelos danos, de qualquer espécie, invocados pelos reclamantes".
"É importante lembrar que, apesar de estudos técnicos mostrarem que a contaminação ambiental não impactou a saúde de ex-trabalhadores e seus dependentes, a empresa já vinha prestando assistência médica integral para os antigos trabalhadores de Paulínia e seus dependentes mais de um ano antes de o acordo ser homologado nos termos propostos pelo Tribunal Superior do Trabalho."

JÁ TEVE UM JUIZ QUE DEU NEXO CAUSAL PRESUMIDO!!! 
OUTRA COISA:- ESSE NEGÓCIO DE CASAS COBERTAS PELO MATO E COM JANELAS DESPENCANDO É "BALELA".
AS CASAS FORAM QUASE TODAS DEMOLIDAS, COM EXCEÇÃO DE DUAS OU TRÊS.
ciomara

 
 
ciomara

terça-feira, 14 de abril de 2015

 

Enc: dia 16/4 as 19hs cinedebate O FILME VENENO ESTA NA MESANO no MINISTERIO PUBLICO SP

 
ciomara


Em Terça-feira, 14 de Abril de 2015 15:03, contraosagrotoxicossp <contraosagrotoxicossp@uol.com.br> escreveu:


Salve, pessoas amigas de percurso anti-veneno,
 
Nesse momento, em que há uma ameaça de termos retrocessos em relação à rotulagem dos OGMs e ocorre a liberação de novas espécies pela CTNBio, nós precisamos redobrar nosso empenho para seguirmos nossa busca pela alimentação segura, saudável, justa e em harmonia com o ambiente.
Pedimos que participem e divulguem o encontro importante que ocorrerá nessa quinta, dia 16/4, às 19hs, na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo.
É hora de impedirmos que nosso país siga na contramão do mundo, como o artigo em anexo menciona.
Nos vemos lá e seguimos semeando o bem
Susana Prizendt
Coordenadora do Comitê Paulista da Campanha
Contra os Agrotóxicos e Pela Vida
 
MUDA-SP Movimento Urbano de Agroecologia de São Paulo                                www.muda.org.br
símbolo campanha_agrotox.jpg    mudaSP curvas.JPG    banner-728-90.jpg
 



segunda-feira, 13 de abril de 2015

 

DIOXINAS E FURANOS???



HAHAHAHAHAHA!!!

EM CASA "NÓIS CHEIRAVA! TUDO!!!!


sábado, 11 de abril de 2015

 

EU SEI QUE TEM O JOIO E TEM O TRIGO.

 FRUTOS DE LUTA DOS TRABALHADORES: QUÍMICOS UNIFICADOS E ATESQ.
MPT destina R$ 96 milhões do acordo Shell-Basf, feito pelas entidades,para 5 projetos de saúde, entre eles Boldrini e Hospital do Câncer de Barretos. Uma grande conquista.
O triste é que as entidades que lutaram por 13 anos e financiaram esta luta foram informadas sobre a destinação de quase metade dos recursos.
Vamos torcer para que o MPT, possa destinar algum recurso para monitorar as vítimas diretas do Caso Shell: como trabalhadores, familiares e moradores* do Recanto dos Pássaros. 
observação minha:- * MORADORES REAIS E NÃO OS OPORTUNISTAS E INVASORES, QUE VIRAM NO "EVENTO" UMA OPORTUNIDADE DE SE DAR BEM.


Anúncio foi feito por procuradores do trabalho em Campinas nesta quinta-feira. Uma das propostas é a construção de um hospital para prevenção de...
G1.GLOBO.COM
ciomara

 

ÁGUA COM CIANETO, DIELDRIN, HEPTACLORO E ETC., FAZ BEM!!!!! ...A MINHA TINHA!!!!

 09/04/2015 18h36 - Atualizado em 10/04/2015 15h20

MPT destina R$ 96 milhões do acordo Shell-Basf para 5 projetos de saúde

Anúncio foi feito por procuradores do trabalho nesta quinta, em Campinas.
Uma das propostas é a construção de unidade para prevenção de câncer.

Leandro FilippiDo G1 Campinas e Região
O Ministério Publicou do Trabalho (MPT) destinou R$ 96 milhões do acordo coletivo obtido no caso Shell-Basf para cinco projetos relacionados a pesquisa e atendimento de saúde. O maior deles, orçado em R$ 69,9 milhões, é para o Hospital de Câncer de Barretos (SP) construir uma unidade, em Campinas (SP), destinada à prevenção e tratamento da doença, e manter centros móveis na cidade com o mesmo objetivo, informou o órgão trabalhista nesta quinta-feira (9). Ainda restam R$ 104 milhões para serem distribuídos até 2018.
A ação coletiva, de autoria do MPT, começou em 2007 e pediu indenizações a trabalhadores contaminados pela fábrica de pesticidas entre 1974 e 2002. O órgão trabalhista aponta que ao menos 1.058 funcionários foram afetados por substâncias tóxicas na unidade, em Paulínia(SP), que pertenceu à Shell e a à Basf. O acordo, firmado em 2013, também fixou indenizações individuais no total de R$ 200 milhões.
Valores
O Centro Infantil Boldrini (R$ 19,3 milhões), a Universidade Federal da Bahia e Fundacentro (R$ 1,5 milhão), além da Fiocruz Rio de Janeiro (R$ 3,6 milhões) e Pernambuco (R$ 1,5 milhão) também foram contemplados. Outros projetos são analisados pela comissão formada pelo MPT e 47 já foram rejeitados, anunciou, em Campinas, o órgão trabalhista.
Procurador-geral do trabalho, Luís Camargo (Foto: Camila Correia)Procurador-geral do trabalho, Luís Camargo, fez
o anúncio em Campinas (Foto: Camila Correia)
"Temos valores significativos, mas nossa maior vitória foi garantir atendimento médico vitalício", avaliou o procurador-geral do trabalho, Luís Camargo, em referência aos acordos individuais. O critério para a escolha dos projetos, segundo informações do MPT, foi a pertinência da proposta em relação ao caso, além da confiança dos avaliadores sobre a possibilidade de execução.
Projetos
O projeto do Hospital de Câncer de Barretos contempla pesquisa prevenção, tratamento e educação em oncologia. A maior concentração dos estudos, informou o MPT, ocorrerá no interior de São Paulo, com a expectativa de beneficiar 3,6 milhões de residentes na área afetada pela contaminação. Serão feitos aproximadamente 350 mil exames relacionados ao câncer.
A proposta também é a de construir uma unidade fixa em Campinas a para realização dos exames como mamografia digital e papanicolau, e tratamento do câncer de mama; outras quatro unidades móveis com mamógrafos, tomografia computadorizada e ressonância magnética para auxílio no diagnóstico precoce do câncer; e um Centro de Pesquisa em Prevenção do Câncer com laboratório para estudos celulares.
O Boldrini pretende realizar um estudo epidemiológico que investigará o impacto do meio ambiente na incidência do câncer da criança e do adolescente. Para isso, será construído, com a verba do acordo, um centro de pesquisa que dará suporte a este estudo e a outras pesquisas científicas, segundo o MPT.
A Fiocruz Pernambuco propôs  uma pesquisa para mapear a situação da saúde do trabalhador que faz uso de agrotóxicos nas cadeias produtivas e nos territórios de desenvolvimento do Estado de Pernambuco. A mesma entidade, mas no Rio de Janeiro, usará a mesma metodologia, mas na capital fluminense, além de Rio Verde (GO) e Casimiro de Abreu (RJ).
Já a Federal da Bahia e a Fundacentro pretendem mapear a exposição ocupacional ao asbesto (mineral utilizado na produção de amianto) e seus efeitos sobre a saúde no Brasil. Para isso, os pesquisadores devem estimar o número de trabalhadores expostos à substância no país.
Shell e Basf
Por meio de nota, a Basf informou que desconhece os projetos contemplados. "A empresa segue cumprindo os termos do acordo judicial e respeita a destinação a ser dada pelo Ministério Público do Trabalho", diz o texto enviado pela assessoria de imprensa.

Já a Shell informou, também em nota oficial, que "gostaria de reforçar que a existência de contaminação ambiental não implica, necessariamente, em exposição e prejuízo à saúde de pessoas". O próprio acordo, firmado em abril passado, no âmbito da Ação Civil Pública Trabalhista, continua o texto, "não reconheceu qualquer negligência por parte da Shell e da Basf com relação à saúde dos funcionários da antiga fábrica".
ciomara

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